I Encontro Internacional de Acordeons – Rio de Janeiro.

Muito mais do que mais um encontro de músicos, o I Encontro Internacional de Acordeons – Rio de Janeiro reuniu grandes nomes nacionais e internacionais de artistas, maestros e principalmente, amantes deste instrumento, que além de tocarem para o público, reunira-se para trocar experiências, para doar e receber o que temos de mais importante para unir as pessoas, a cultura.

Independente do país, pois tiveram vários países participantes, falaram uma só língua, a duas ou três vozes em um mesmo instrumento, de forma erudita ou popular, todos tiveram seus momentos de troca, de intercâmbio cultural. Assistir a espetáculos a parte de argentinos, colombianos, brasileiros e integrantes de outros países em roda tocando a mesma música foi realmente emocionante.

O trabalho foi minuciosamente realizado no intuito de promover a integração entre os participantes onde teve cume do evento no sábado, dia 19, onde a noite tiveram as apresentações de cada participante.Não tinha mais espaço no teatro, escadas tomadas de pessoas que não encontraram mais cadeiras mas faziam questão de estar ali presentes. No domingo tivemos a oportunidade de ouvi-los novamente de forma mais informal e mais do que isso, tocando juntos, interagindo e integrando que é a principal razão de um evento dessa natureza. Grandes nomes da música da localidade apareceram.

Momentos inesquecíveis como nos bastidores onde haviam belas apresentações onde quase todos tocavam juntos musicas brasileiras, almoços reunidos, jantares e reuniões para a saída do hotel onde todos foram calorosamente recebidos pela organização. Em cada saída para compromissos a emoção tomava conta do saguão do hotel. Um, dois, cinco ou seis acordeons encontrando o mesmo som e abrilhantados pela voz de Cris Morais tomavam conta do ambiente.

Ao me pedirem para descrever a força que a música tem para unir pessoas e povos, motivo pela qual a Organização Internacional de Arte Popular IOV existe com a patente da UNESCO, e apoia o evento em sua totalidade, gostaria de citar uma das celebres frases de Miguel de Cervantes, em Dom Quixote: “Onde há música, não pode haver coisa má”.

Fica meu eterno agradecimento ao convite e a oportunidade de estar perto de pessoas tão especiais, pois o especial não é o homem que trás para sua vida a música, a cultura, e sim aquele que sabe o bem que pode fazer a vida dos outros e ultrapassa limites para conseguir alcançar a todos.

Parabéns ao Sr. Morais, Cris Morais e amigos da organização. Belíssimo trabalho e iniciativa.

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